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sábado - 18 abril - 2026
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Corpo de rapaz que desapareceu na Pedreira do Orleans é encontrado dentro de lago

Investigação deve esclarecer se o rapaz se afogou ou se foi vítima de algum crime; corpo, no entanto, não apresentava ferimentos aparentes, o que reforça a hipótese de um acidente

 

O corpo de Bruno César Fernandes de Almeida, 29 anos, foi localizado na tarde desta segunda-feira (9 de fevereiro) na Pedreira do Orleans, entre Curitiba e Campo Magro, município da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Ele estava num lago, a mais de 20 metros de profundidade. Investigações policiais ainda vão esclarecer o que ocorreu, de fato.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros e do jornalista João Frigério, a família ainda vai fazer a identificação do corpo, para confirmar ou não se ele é do rapaz que estava desaparecido desde o último sábado. Contudo, tatuagens no corpo da vítima reforçam desde já essa possibilidade.

Bruno César saiu de sua casa no bairro Campo de Santana no último sábado. De lá, seguiu de bicicleta, sozinho, até a Pedreira do Orleans. Chegou a enviar, inclusive, uma foto para a irmã, Gabriela de Almeida, no meio da manhã. Depois, porém, ninguém mais conseguiu entrar em contato com ele.

Acidente ou crime?

O Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) do Corpo de Bombeiros do Paraná fez buscas desde domingo, 8, na região. De acordo com o Capitão Dubas, do GOST, ainda não se sabe o que aconteceu com os pertences da vítima.

“Trabalhamos buscando encontrar a pessoa ainda com vida, mas infelizmente, nessa situação, encontramos já em óbito”, lamentou o bombeiro, citando em seguida a bicicleta e outros itens que Bruno carregava. “Não temos nenhum tipo de informação de onde estão os pertences”, ressaltou.

Um dado importante, contudo, é que o corpo foi encontrado dentro da água e sem ferimentos aparentes. Uma hipótese levantada, então, é que Bruno César chegou ao local quando a área ainda estava vazia e entrou na água. Quando se afogou, seus pertences ficaram largados e alguém viu a bicicleta e outros itens abandonados e levou embora.

Buscas na água ocorreram só no segundo dia

No primeiro dia de buscas, os bombeiros concentraram esforços procurando Bruno em áreas de mata, trilhas e também foram até alguns locais com câmera, para tentar identificar quando o rapaz teria saído do local. As buscas em água, num primeiro momento, foram descartadas porque uma testemunha disse ter visto o rapaz saindo com sua bicicleta da pedreira.

No segundo dia de buscas, porém, a área com água voltou ao centro das atenções. “Também fizemos trabalho com cães na área de mata e fomos buscar informações externas. Num mergulho em profundidade, com equipamento, localizamos o corpo”, relatou o capitão Dubas.

BP