Por Luciene Gallo
Bolsonaro defendeu, mais cedo, em Brasília, que o custo de vida no Brasil, apesar da alta da inflação, foi um dos que “menos subiu”. Para embasar a afirmação, o chefe do Executivo disse ter conversado com brasileiros que moram fora do país e questionou ainda uma apoiadora, que disse ter morado no Canadá, a respeito dos preços praticados no país.


Na chegada ao aeroporto de Maringá, o presidente Jair Bolsonaro (PL) cumprimentou apoiadores com aperto de mãos e tirou selfies. O chefe do Executivo cumpriu agenda na cidade, onde visitou e discursou na 48ª Edição da Expoingá. Para chegar ao local, seguiu em motociata pelas ruas onde dirigiu por volta de 10 minutos, desta vez, usando capacete.
Em discurso voltou a alertar para um suposto risco de ‘comunização’ do Brasil, além de comentar sobre a inflação. “Vocês sabem que pior que uma ameaça externa é uma ameaça interna de comunização do nosso País. Nós não chegaremos à situação que vive atualmente a Venezuela”, disse, frente a um público formado principalmente por apoiadores. Em outro ponto, minimizou os efeitos da inflação e culpou os governadores, por terem aplicado políticas de restrição de circulação durante a pandemia de Covid-19. “Apesar de a inflação estar alta no Brasil, bem como a questão dos combustíveis, na nossa terra os efeitos são menores. O que estamos vivendo no momento é fruto de uma política equivocada adotada por muitos governadores na pandemia. Aquela história de fechar tudo”, criticou. O presidente não mencionou a troca de comando no Ministério de Minas e Energia, realizada nesta quarta, 11, após o anúncio de aumento no preço do óleo diesel feito na última segunda, 9.
O presidente deixou a cidade no final da tarde e retornou a Brasília, por volta das 21h.
*Da redação
Edição: Alexs Young Rosa









