Casas do programa Vida Nova serão entregues em breve em Jandaia do Sul

A revitalização envolve uma área com mais de 50 mil metros quadrados no fundo de vale que fica na Vila Santo Antônio

 O projeto Vida Nova, iniciado por Jandaia do Sul, atende essencialmente famílias em vulnerabilidade social. Foto por AssessoriaO projeto Vida Nova, iniciado por Jandaia do Sul, atende essencialmente famílias em vulnerabilidade social.
Foto por AssessoriaA transformação da área em um equipamento público vai começar pela remoção das 75 famílias que ocupam o local há décadas.
Foto por AssessoriaÉ uma área próxima ao centro da cidade, onde estão as nascentes que compõem o rio que abastece a cidade
Foto por ReproduçãoAs 75 casas para abrigar as famílias já estão na reta final das obras

Em algumas semanas, Jandaia do Sul deve dar início a um dos maiores projetos de revitalização de fundo de vale, uma área conhecida hoje como a Favela do Marumbizinho. É uma área próxima ao centro da cidade, onde estão as nascentes que compõem o rio que abastece a cidade.

A transformação da área em um equipamento público vai começar pela remoção das 75 famílias que ocupam o local há décadas. Há relatos de famílias que estão na área desde os anos de 1960. Elas vão ganhar casas novas, que estão sendo construídas nas imediações da antiga estação ferroviária da cidade, que também integra um amplo projeto de revitalização, cujo processo licitatório deve ser aberto até o final de setembro de 2022.

A revitalização envolve uma área com mais de 50 mil metros quadrados no fundo de vale que fica na Vila Santo Antônio. O prefeito Lauro Júnior explica que a completa recuperação da área é um projeto de longo prazo, que será realizado em etapas, até que o local seja transformado em um importante equipamento público da cidade, com a implantação de um lago, ampla área pública de lazer e cuidados ambientais e paisagísticos. Atualmente, explica, o projeto está na fase de levantamentos topográficos do futuro parque ecológico.

O primeiro passo, que deve ocorrer ainda nesse ano, é a remoção das 75 famílias que hoje ocupam a área de nascente, sem sistema de água e esgoto, em vulnerabilidade social.

*Com informações de Tn Online