O grupo fez um protesto contra a aglomeração e a falta de respeito ao distanciamento de nove metros por pessoa dentro dos ônibus, como é determinado aos demais estabelecimentos comerciais. Não houve nenhum ato para impedir a saída dos ônibus da garagem.
Segundo os manifestantes, “nada disso é permitido/ contemplado e ainda levam multas e a interdição ou fechamento!”, lembram os empresários. “Mais um caso explícito de dois pesos e duas medidas da Prefeitura da capital”, protestam.
De acordo com empreendedores, a empresa Glória é uma das beneficiadas com o subsídio da prefeitura, além de ter isenções fiscais e não teria a mesma fiscalização para evitar aglomerações no transporte coletivo.
Justiça
No sábado (29), a Urbs (Urbanização de Curitiba) conseguiu uma liminar que proíbe o fechamento de garagens de ônibus e garante a continuidade do serviço. A ação foi movida, pois havia a expectativa de que manifestantes tentassem bloquear as garagens para impedir a saída dos veículos de transporte coletivo durante a vigência da bandeira vermelha na capital paranaense.









