Na capital paranaense, a população pediu por mais vacinas e pelo fim do uso da cloroquina.
Frio e chuva não conseguiram impediram manifestantes de Curitiba de comparecer à Praça Santos Andrade, em frente à sede histórica da Universidade Federal do Paraná (UFPR), para protestar contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A maioria das pessoas que estavam no ato usavam máscara e evitaram aglomeração.
Na capital paranaense, duas das principais reivindicações eram a entrega de mais vacinas e o fim do uso da cloroquina para tratamento de pacientes com Covid-19. O medicamento não tem comprovação científica contra à doença, mas seu uso é amplamente defendido por Bolsonaro para um chamado “tratamento precoce”.
Atos contra Bolsonaro aconteceram em 16 capitais no país. Além de Curitiba, protestos foram registrados em Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ). Em Belo Horizonte (MG), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Salvador (BA), São Luís (MA) e São Paulo (SP).
A ideia é dar continuidade ao movimento que levou milhares às ruas no último dia 29. Com as manifestações, movimentos sociais, centrais sindicais e partidos de oposição também foram as ruas. Apesar da pandemia, pessoas contra e a favor do presidente Bolsonaro tem ido ás ruas para se manifestar.
Assim como em outras capitais, a manifestação em Curitiba também tinha bandeiras como o impeachment de Bolsonaro, vacinação em massa contra à Covid-19, extensão do auxílio emergencial para R$600 e críticas a política ambiental do ministro Ricardo Salles no governo.









